quinta-feira, 5 de maio de 2011

BLODY MARY II

Bloody Mary, A Viúva

     Segundo a lenda, Bloody Mary (Maria Sangrenta) é o espírito de uma viúva ainda jovem, que sofreu de um acesso psicótico e matou os filhos. Em seguida, foi até o banheiro, e se matou diante do espelho. Ela aparece quando alguém diz três vezes "Bloody Mary" de frente para o espelho do banheiro e mata a pessoa a facadas.

                                                         
A Loira do Banheiro

     Essa é a versão brasileira da Bloody Mary (Maria Sangrenta). Segundo a lenda, que é difundida principalmente entre colégios para assustar as crianças mais novas, se você disser "Loira Burra", "Loira do Banheiro" ou proferir palavrões três vezes o fantasma de uma bela mulher com longos cabelos loiros aparece e te mata, chupa seu sangue, ou apenas te dá um bom susto. Outra varíavel é que a Loira do Banheiro morreu afogada no vaso sanitário durante um trote, e sempre que alguém dá a descarga três vezes, chuta o vaso três vezes ou ainda chuta o vaso e fala três palavrões, ela aparece. Outra versão seria a de que a Loira do Banheiro seria uma professora que foi assassinada dentro do banheiro pelo seu marido, que descobriu um romance secreto entre ela e um aluno.

                                                        
A Respeito de Espelhos...

     O espelho é um traço comum na grande maioria das variáveis dessa lenda. Dizem que um espelho é um portal entre esse mundo e o mundo dos mortos, e antigamente, costumavasse cobrir os espelhos das casas onde pessoas morriam para que suas almas não ficassem presas neles. Também era costume as pessoas cobrirem os espelhos de seus quartos antes de irem dormir, pois se acreditava que a alma se desprendia do corpo durante o sono, e podia ficar presa no espelho...

Relato Verdadeiro Sobre a Bloody Mary

     Há relatos sobre uma jovem americana que foi levada para o hospital após realizar a brincadeira da Bloody Mary de frente a um espelho. Ela supostamente foi empurrada após realizar o ritual de invocação pelo espírito de Mary, batendo a cabeça na pia e sendo encontrada com um ferimento na testa e em estado de coma. Essa jovem, segundo as fontes, preferiu não se identificar, e estaria viva ainda hoje...

Espero que todos tenham se divertido com os relatos das diversas versões dessa lenda urbana. Se alguém conhecer uma versão diferente, por favor, não hesite em contá-la...

Mitos e Historias Reais Sobre BLODY MARY

Blody Mary (Maria Sangrenta)

Essa lenda é originária nos Estados Unidos e foi exportada para o Brasil, com o nome de "Loira do Banheiro" , tendo sofrido diversas alterações. A história é bem legal, achei que valia a pena repassá-la. Divirtam-se.

Essa lenda tem, diversas versões e ramificações, e se espalhou para diversos países, sofrendo muitas alterações no processo, afinal, "Quem conta um conto, aumenta um ponto
A Bruxa do Espelho

 
      Essa lenda foi publicada em 1.978 pelo americano Janet Langlois, especialista em folclore. Segundo esta versão, Bloody Mary (Maria Sangrenta), é um espírito vingativo que aparece quando uma jovem envolta em um cobertor, murmura treze vezes olhando para o espelho do banheiro as palavras "Bloody Mary"  apenas a luz de vela. Bloody Mary (Maria Sangrenta) seria o fantasma de uma feiticeira que foi executada a um século por praticar magia negra. Ela mata todas as pessoas na casa de uma maneira brutal e sanguinária, o que justifica o nome.

 
Blood Mary, a Vingadora

 
     Essa versão diz que a Bloody Mary (Maria Sangrenta), era uma adolescente extremamente bela e vaidosa, que se tornou vítima do preconceito após ter o rosto desfigurado num acidente de carro. Ela teria vendido sua alma para poder se vingar de todos que a descriminaram ou das pessoas que se prendem demais a aparência, tendo possivelmente, cometido suicídio de frente para o espelho do banheiro, após ter feito o trato.

 
Rainha Mary Tudor

 
     Com o passar do tempo, a história de Bloody Mary (Maria Sangrenta) se misturou a história da Rainha Mary Tudor, que ganhou o título em 1.553. Em seus esforços para restabelecer o catolicismo pela Inglaterra, fez perseguições aos protestantes, que vieram a lhe atribuir o cognome: Bloody Mary (Maria Sanguinária). Dizem que a rainha para se manter bela, se banhava no sangue de jovens garotas, mas provavelmente eram boatos do povo, insatisfeito por sua união com Filipe II da Espanha. Esse casamento, inclusive, foi provocador de uma guerra com a frança, que teve como consequência a perda de Calais (1.558).

 
Bloody Mary e a Mulher do Algodão

 
     Essa lenda é a mais difundida nos dias atuais. Dizem que Mary era uma jovem que morreu diante de um espelho num banheiro. Segundo a lenda, se você pronuniar "Bloody Mary" três vezes diante de um espelho de banheiro, ela aparece e arranca seus olhos. Essa lenda é muito similar a uma lenda ocidental, chamada de Mulher do Algodão. Assim como a Bloody Mary (Maria Sangrenta), está aparece quando você diz seu nome três vezes de frente a um espelho no banheiro, no escuro. Ela usaria pedaços de algodão para tapar o nariz.

 
Bloody Mary (versão do seriado sobrenatural)

 
     Segundo a lenda, Bloddy Mary (Maria Sangrenta) seria um espírito de uma jovem modelo que teve seus olhos arrancados num banheiro por um companheiro ciumento. Antes de morrer, tentou escrever seu nome na superfície prateada, usando seu próprio sangue. Não conseguiu terminar e acabou levando o segredo para o túmulo. Se alguém que oculta um segredo sobre a morte de alguém pronunciar "Bloody Mary" três vezes diante de um espelho, ela aparece e arranca os olhos desse indivíduo, e escreve o nome da vítima da pessoa atrás do espelho. Essa lenda foi retirada de um seriado, mas eu, particularmente, achei que foi a versão mais interessante


Um relato da Minha Amiga

Quando eu tinha 14 anos, minha amiga me contou uma história interessante (pelo menos eu acho... rs). Isso aconteceu com ela quando era pequena.
Ela e as outras amigas tinham acabado de ganhar bonecas, cada uma ganhou uma diferente, e a da minha mãe era a mais bonita. Ela ficou muito feliz por ter ganhado a boneca e todos os dias a colocava em seu quarto, em cima de uma cadeira virada para ela. Toda noite ela dava boa noite e um beijo na boneca, e as suas duas amigas também.
Certo dia as amigas dela estavam do lado de fora e a minha amiga dentro de casa brincando com a boneca, ela a colocou no mesmo lugar de sempre, mas quando ela saiu do quarto e olhou de novo para a boneca, ela disse que a boneca sorriu e piscou para ela!
Bom, ela contou para a mim que queimou as 3 bonecas, mas a boneca da minha dela não queimou! Elas então a desmontaram e jogaram fora.
Até hoje ninguém sabe porque a boneca não queimou como as outras.

O jogo do copo - Eu ja fiz com alguns amigos

Quatro jovens resolveram fazer uma brincadeira um pouco fora do comum para sua idade. Um deles leu em uma revista de esoterismo como fazer o jogo do copo. Um sistema de comunicação com o além chamado OUIJA.

Um dos garotos sabia que seu pai tinha um tabuleiro. Resolveram comprar um copo e começar a sessão. Esperaram seus pais saírem de casa para acenderem as velas na sala e iniciar os trabalhos. Algumas rezas, piadas e movimentos dos garotos no copo, um deles resolve fazer as perguntas sérias:

- Tem alguém ai?

E o copo se movimenta para o sim

- Qual é o seu nome?

E o copo vai para a palavra não.

- Você é homem ou mulher?

O copo treme repentinas vezes e para. Os jovens começam a gostar da brincadeira:

- Você era careca?

Todos caem na gargalhada e o copo não sai do lugar.

- Como você morreu?

O copo volta a tremer mas não sai do lugar. Os rapazes insistem e a pergunta foi repetida três vezes, até que o jovem que perguntava pede uma prova da existência de um espírito na sala:

- Se há alguém nessa sala, dê um sinal.

Nesse momento o telefone toca repentinamente. Eram 22:00. Os jovens ficam assustados num primeiro instante, mas depois se acalmam e começam a dar risada da situação. Da coincidência do telefone tocar. Eles não atendem ao telefone e o mesmo para de tocar. Depois de um pouco de hesitação, decidem voltar a brincadeira.

De volta ao tabuleiro, o jovem repete a pergunta:

- Tem alguém ai? Dê-me uma prova que você está ai...

Novamente o telefone toca. As crianças ficam assustadas e deixam o tabuleiro cair. As peças se perdem pela sala enquanto os ruídos incessantes do telefone ecoam por toda a casa. Os jovens criam coragem e resolvem atender ao telefone. Num lançe de desespero e impulsionado pelos amigos, o jovem pega o telefone e diz com uma voz tremula:

- Alô?

Silencio absoluto. Algumas gargalhadas dos garotos e mais uma tentativa:

- Alô? Alô? Tem alguém ai? Em tom de brincadeira

Mas, ao invés de silêncio, uma voz sai do fone:

- Essa é a prova

Todas os jovens saem correndo de casa, desesperados, pedindo a Deus por suas vidas e prometendo nunca mais brincar com os mortos.

Brincando com os mortos

Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo".

Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa.

- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma.

O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada.

- O que você quer? Pergunta o segundo jovem:

P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro:

- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona?

- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem.

Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas.

Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa:

- Maldito. Porquê você fez isso?

O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho.

Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa.

Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode.

Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M.

No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.

O amigo do tabuleiro

Sabrina descobriu o jogo do copo há pouco tempo. Achou fantástica a sensação de poder conversar com alguém que já morreu ou simplesmente receber sinais de entidades desconhecidas. Na verdade, ela não acreditava que as entidades pudessem fazer algum mal a ela, afinal, quem já morreu não pode ultrapassar a barreira do real.

Ela comprou o tabuleiro em uma pequena loja de artesanato. Pediu para que um velho artesão a produzisse com madeira fina e envernizada. Seu orgulho era perceber o copo leve de cristal deslizando pela mesa ao fazer suas perguntas.

Sozinha em casa, ela tinha a certeza de que o movimento do copo não seria falso. Como no filme "O Exorcista", Sabrina tinha um amigo invisível, era João, um adolescente que foi assassinado por seus pais quando esses voltavam de uma festa, bêbados e o confundiram com um bandido.

Toda noite, Sabrina conversava com João:

- Você não se sente sozinho por ai? O que fica fazendo até eu te chamar?

João respondeu:

- Fico pensando em você.

- Mas eu sempre venho conversar com você!

- Tenho medo que um dia você não venha...

- Sempre estarei aqui. Todos os dias!

- Fico feliz em saber...

Sabrina foi dormir. Dormiu, como uma criança. A conversa com João era como histórias para fazê-la dormir.

No dia seguinte, Sabrina acordou cedo e foi para a aula. Passou seis horas no colégio, como de costume. Mas sentia que algo estava errado. Sentia um vazio no peito. Angustia. Vontade de chorar. Queria chegar logo em casa para conversar com João. Mas sentia um frio na barriga como nunca havia sentido.

Ao chegar em casa, Sabrina encontra sua mãe, parada na porta de entrada com um saco preto em suas mãos. Ela temia pelo que podia haver dentro do saco. Ela sabia que lá estava seu tabuleiro. Mas estaria inteiro? Partido ao meio? O desespero toma conta de Sabrina, quando ouve o grito de sua mãe:

- Vai trabalhar, sua vagabunda!

A mãe de Sabrina abre o saco e joga as cinzas da tabua sobre o gramado. A garota não consegue suportar o ódio e derruba sua mãe no chão. Mãe e filha lutam como dois animais, até que Sabrina agarra o pescoço da mãe e a mata asfixiada:

- O que foi que eu fiz?

Sabrina entra em desespero e corre para dentro de casa. Joga no chão os pratos que estavam sobre a mesa e começa a escrever um alfabeto. Com seu copo sobre a mesa, a jovem começa seu ritual para conversar com seu amigo invisível:

- João, você está ai?

O copo não se move:

- Preciso conversar com você. Fiz algo muito ruim!

Nenhum movimento.

Sabrina começa a chorar. De repente, o copo treme. Parecia um sinal. Sabrina tenta novamente o contato com João:

- Você está ai?

O copo se move em direção a resposta "Sim", e em seguida movimenta-se para escrever a frase "estou no banheiro".

A jovem corre desesperadamente para o banheiro, com os olhos inchados de tanto chorar. Ao abrir a porta, uma densa nuvem de vapor deixa o banheiro praticamente irreconhecível. O chuveiro estava ligado. Aos poucos a fumaça vai desaparecendo, deixando a mostra uma mensagem escrita com os dedos no box de vidro: "estou no espelho".

Sem reação a aquela cena estranha, Sabrina corre até o espelho e fica olhando sua imagem refletida. Depois de poucos segundos sua imagem se transforma na face de João, chorando e com a boca cheia de sangue:

- Porquê você fez isso? Pergunta o espírito:

- Não sei! Ela me deixou fora de controle! Não sei o que fazer!

- Ela está aqui comigo! Ela está me machucando! Ajude-me Sabrina!

Essa foi a última frase de João antes de desaparecer no espelho. Desesperada, Sabrina bate no espelho, na parede e na porta para descarregar seu ódio. Em sua cabeça, ela só consegue imaginar sua mãe estrangulando o pobre João.

Em um momento de desespero final, ela grita:

- Vou te buscar, João!

Sabrina pega uma navalha de seu pai e passa em seu pescoço. O sangue jorra pelo banheiro inteiro, manchando o box, o piso e o espelho. Mas Sabrina está calma. Ela sabe que tudo isso é pelo seu amigo João. Mas antes de morrer Sabrina vê algo que a deixa apavorada. Seu último movimento é a tentativa de um grito, de desespero e angústia. Algo mais estava escrito naquele box.

O choro de João aumenta nos ouvidos de Sabrina, mas o som do choro se transforma em uma gargalhada macabra. Seus olhos estão vermelhos, sua pele pálida está coberta de sangue e não há mais nada que ela possa fazer, a não ser esperar pelo seu momento final.

Seu corpo dá seus últimos espasmos pelo chão. O sangue se espalha por todo o banheiro, até sair pela porta. O pai de Sabrina vê o piso do corredor cheio de sangue que sai do banheiro e abre a porta para ver o que aconteceu. A fumaça começa a se dissipar e ele encontra a filha estendida no chão, com a navalha em uma das mãos e a outra mão apontando para o box, que tinha os dizeres "estou no espelho".

Ao pegar sua filha nos braços, e chorando como uma criança, ele olha para o espelho sujo de sangue para tentar entender o que havia acontecido. Olha para o rosto de Sabrina, pálido e com os olhos inchados de tanto chorar. Ao abraçar sua filha, o homem descobre que algo mais estava escrito no box, logo abaixo, com uma letra trêmula e menor, os dizeres "minha filha" apareciam quase que escondidos:

- Estou no espelho, minha filha.

Sampaa

Um conto de halloween em São Paulo

Josué nunca achou muita graça no halloween. Uma festa americana, com tradições que ele desconhecia e que não tinha o menor sentido, já que no calor do Brasil sair vestido de preto e pedir doces pelas casas era ridículo. Se ninguém abriria a porta para um jovem vestido de caveira, imagine conseguir bater em portas de apartamentos?

Era meia noite. Dia 31 de outubro, Josué estava em casa assistindo filmes de terror para entrar no seu clima pessoal de halloween. As 00:06 um vulto passa pela porta da sala. Acreditando ser apenas imaginação, Josué continua a assistir seu filme.

Dez minutos depois, um cheiro de fumo toma conta da sua sala. Estaria vindo da janela? Afinal, morando no décimo quinto andar, o cheiro pode vir da sacada de alguém. Josué coloca a cabeça para fora da janela. Só encontra silêncio e cheiro de dama da noite.

Ao voltar para o sofá, ele toma um susto. Uma figura toda peluda, com o couro cabeludo raspado, brilhando sangue estava sentada em seu lugar. Ela tinha olhos avermelhados, fumava um cachimbo e não tinha a perna direita.

- Calma, meu filho - Diz a criatura.

- Quem é você?

- Você não deve saber meu nome, mas deve me conhecer por Saci.

- Ha ha ha! Que bobagem! Saci não existe, muito menos isso que estou vendo. Devo estar sonhando.

- Será? Perguntou a criatura.

Rapidamente, o ser peludo pulou do sofá e saiu em direção a cozinha. Pegou o pequeno cachorro poodle da família e arrancou sua cabeça com a boca. Com o corpo do cachorro ensangüentados nas mãos, o Saci escreveu na parede: A lenda do Saci ainda vive!

O rapaz entra em desespero e com muita raiva, avança na criatura. Achando ser algum maníaco ou psicopata, ele dá uma chave de braços no pescoço do ser. Dá para ouvir os ossos do Saci se partindo, enquanto seu corpo amolece.

Ainda perturbado com a cena, Josué tenta procurar ajuda. Ele corre pela casa, mas está sozinho. O telefone está mudo e seu celular sem sinal. Algo estranho está acontecendo.

Seu braço começa a formigar. Uma ferida produzida por uma mordida da criatura se espalha pelo seu corpo. O rapaz é tomado por muito calor. Em um ato de desespero, ele rasga suas próprias roupas, ficando apenas de bermuda pela casa.

Sua face fica desfigurada. Ele está se transformando no monstro que ele havia acabado de matar. Não queria se tornar essa desgraça e atormentar outras pessoas.

Desesperado, ele tenta se matar. Pega um saco plástico vermelho e coloca em sua cabeça, procurando se asfixiar. A demora em perder o fôlego o leva até o fogão. Josué, ou o que era ele antes, acende o gás para tentar explodir seu corpo.

Ele acende o fogão. Uma labareda acerta seu corpo, agora todo peludo e começa a pegar fogo. Em um ato de desespero final, com o corpo em chamas, Josué tenta pular da janela.

Ao se jogar, ele fica com metade do corpo para fora. Uma das suas pernas fica presa por algo dentro do apartamento. Era o Saci, que ainda vivo o segurava por uma perna.

Com a casa em chamas, o plástico vermelho derretendo em sua cabeça e com o corpo quase carbonizado, Josué ainda escuta as últimas palavras do Saci:

- A lenda do Saci ainda vive!

O Saci tira o cachimbo se sua boca e crava no queixo de Josué. Em seguida começa a roer sua perna direita, que é decepada de seu corpo, liberando o jovem para uma queda de quinze andares.

O corpo de Josué cai já sem vida ao cair no gramado do condomínio, os bombeiros já estavam chegando para apagar o incêndio do apartamento. Lá dentro, encontraram apenas um cachorro carbonizado, mas não decapitado.

Com seu corpo totalmente carbonizado, um cachimbo na boca, um gorro plástico vermelho na cabeça e sem a perna direita, Josué ficou conhecido como o Saci da Mooca. Depois desse halloween, as pessoas do bairro nunca mais ficaram em suas casas na virada do dia 31 de outubro.

A MORTE PEDE CARONA ! NAO DE CARONA A ELLA

 Essa é uma história que ouvi de alguns caminhoneiros, por onde viajo com meu pai sempre há histórias do tipo. Espero que gostem!!

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  Há alguns anos, nenhum caminhoneiro se intrometia passar por uma certa rodovia BR-489, era denominada como a ''estrada da morte'' , todos quando tinham entregas para fazer perto daquela rodovia, cortavam caminho, ou, quando não havia um jeito cancelavam a carga de entrega. José não acreditava nessas coisas, ouvia seus amigos falando nessa tal "estrada da morte", mas para ele era só piada, brincadeira de mal-gosto. Ele tinha uma certa carga de toras de eucalipto para entregar em Ribeiros(cidade próxima à BR), ele sempre andava com seu filho mais velho que gostava de acompanhá-lo nas férias de escola, esse era Roberto tinha 17 anos já cursava o 3º ano do ensino médio. Eles seguiam por esse Brasil à fora no caminhão que era do seu pai José.
  E eles foram seguindo na tal estrada, para eles era tudo motivo de riso, passavam o tempo um conversando com o outro, para que não desse sono em seu pai, eles ficavam só conversando á noite toda, até dar 03:00 horas da madrugada e eles procurassem um posto por ali perto da rodovia para descansar para continuar no outro dia de manhã. Então procuraram...procuraram, e acharam, só que até parecia que o posto estava abandonado não havia ninguém naquele local, mas o sono já era grande e pesava em suas mentes e foram logo dormir.
  No entanto, Roberto tem um sono estranho: Uma moça belíssima, toda de branco, pede carona para os dois no meio da estrada, como era uma moça tão bela elas a aceitam, e assim vai ela conta sua história, que, que havia se separado de seu marido e ele estava atrás dela, só que ela tinha um vazio em seu olhar como se fosse uma alma estranha e urripilante. Então eles acordam e procuram alguém naquele posto, mas... não encontram nehuma "alma penada"... E assim seguém viajem pela manhã e começam a pensar naquela história boba que havima escutado sobre a "estrada da morte", e zuaram pois já estavam na metade da estrada e nada de estranho havia acontecido com eles, nada nem uma assombração, só aquele sonho que Roberto teve mas ele quis contar para o pai, sabia que o mesmo ia rir daquilo. Então como sempre passam a viagem toda conversando, então eles passam por uma densa fumaça negra sobre a estrada e uma placa no começo dela que dizia: " Cuidado! Você corre perigo não continue por essa estrada!!". Roberto ficou assutadíssimo mas seu pai começou a rir e achando que aquilo era só um modo de assustar as pessoas continuou a viagem e disse que aquele fumaça negra devia ser só um nevoeiro. Foram seguindo a estrada quando de longe viram uma linda moça toda de branco belíssima que pedia carona, Roberto então se lembrou do sonho que teve à noite passada, era a mesma moça do seu sonho com aquela expressão sombria nos olhos, ele quis avisar seu pai mas sua voz não saia da boca não conseguia falar nada, como se tivesse ficado mudo, só sentia um forte dor em sua garganta. José deu carona para a moça que agora estavam com eles dentro do caminhão, ele não conseguiu suspeitar nenhum momento da moça, pois para ele tinha uma aparencia tão inocente. A moça contou a mesma história que houve no sonho de Roberto, que havia se separado e etc.. E mais que ele estava atrás dela, José resaltou e disse que á levaria para casa segura, no meio da noite ele é interrompido por um barulho estranho, como se ouvesse atropelado alguém, ao sair para fora não vê nada só um vulto negro que passa por ele, ao voltar para a cabine do caminhão a moça não está mais lá, mas, seu filho está todo paralisado, José conversa com o filho mais nada responde, então pensa que ele está com medo e continua sua viagem, ao longo do caminho percebe que seu filho nada o responde mesmo... Então para o veículo para ver se seu filho estava passando mal, ou coisa assim, ao olhar nos olhos do filho percebe que o mesmo está sem os olhos mas não há vestígio de sangue nenhum, como esses olhos foram arrancados, como se fosse uma força sobrenatural que havia arrancado os olhos do filho. Seu José pôs-se a chorar pelo filho e ao mesmo tempo foi supreendido pela moça que estava em frente ao caminhão.
  José nem pensou duas vezes foi para cima da moça que havia matado seu filho e à atropelou, mas mal sabia ele ela era só uma alma e ao descer não havia nada en frente ao caminhão, nada mesmo, só um papel no chão escrito: "Atrás de você!!"
  José foi surpreendido por uma mão que-lhe tampava os olhos e o mesmo sentia uma grande dor em seus olhos como se estivessem sendo arrancados, não podia ver nada só ouvia risadas e risadas. Pacere que tinha outra mão sufocando o seu pescoço e mais outra segurando os seus braços.
  Passou-se um mês e a compania que esperava à entrega ligou para o patrão de José, que os mesmos deram-lhes pai e filho como desaparecidos, à polícia envestigava sobre o caso e encontraram os corpos de pai e filho naquele posto abandonado que havia na BR-489 e o caminhão também se encontrava estacionado lá. Os corpos estavam já em decomposição dentro do caminhão todos os dois com a cabeça virada para frente sem olhos é claro mas estavam tipo como se fixaram em um ponto fixo em frente ao caminhão.

   Fim!!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Um Conto de Terror

carta anonima


Após mais um dia normal de trabalho Ricardo volta para casa tranquilo, passa no boteco de sempre, toma sua cervejinha e segue calmante seu caminho de casa. Chegando lá pega suas correspondências, o de sempre, contas, propagandista e etc. Só que desta vez algo chamou-lhe a atenção havia uma carta com somente seu nome nela escrito, seu Ricardo coçou a cabeça e curioso como ele só, tratou logo de abri-la, então:
_ Que estranho?
Após aberta veio a revelação, um frio mortal subiu por sua espinha, Ricardo não parava de tremer, era difícil acreditar no que acabara de ler:
_ “Em três dias acabarei com sua vida.”
Entrou em casa abalado, jantou quase nada e sem assistir o jornal foi tentar dormir um pouco para recompor-se de tamanho susto.
 
No dia seguinte, saiu quase normalmente para trabalhar, desconfiado até mesmo de sua sombra, ficou meio que paranóico olhando para os lados e a cada barulho mais alto ele quase tinha um ataque. No final do dia para seu desespero novamente a mesma carta. Se ele já estava com medo agora ele esta apavorado. Tratou de ligar imediatamente para seu cunhado detective e pediu para que as medidas necessárias fossem tomadas. Após seu cunhado saber tudo que se passava decidiu pedir para que uma patrulha vigiasse sua propriedade para que seu Ricardo pudesse dormir sossegado.
 
Mais um dia começa e seu Ricardo sai para o trabalho... Curiosamente neste dia ele começou a demorar muito para retornar ao lar. Preocupados os guardas saíram em seu encalço em vão. Lá pelas tantas houve um barulho do quintal da casa, de repente:
PÁ TÁ PÁ!!! Três disparos rompem o silêncio da noite.
 
Um corpo mascarado todo de preto é atingido e cai fulminado. Quando o cunhado de seu Ricardo retira a máscara, para surpresa de todos, seu Ricardo estava lá, deitado, gélido parecendo sorrir. Após uma revista em seus bolsos foi encontrado apenas um bilhete escrito a sangue:
“Obrigado”.>